Mostrando postagens com marcador Séries em série Viu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Séries em série Viu. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Séries em Série Viu: Novas comédias

Accidentally on Purpose


O blog SÉRIES EM SÉRIE teve acesso ao primeiro episódio de três novas comédias estadunidenses. E gostou das três.


"Cougar Town" é uma das melhores. A série traz Courteney Cox, de "Friends", no papel de uma mulher quarentona, divorciada e com filho adolescente. A série tem um humor rápido e um forte apelo sexual no texto. Não tem disfarces, nem papas na língua, o que gera diálogos inusitados entre mãe e filho, por exemplo (além de situações constrangedoras). A protagonista vive numa cidade em que as mulheres divorciadas estão saindo com meninos mais novos. Ela critica o fato e vive às turras com o vizinho, que sai com menininhas mas não é criticado por isso. Até que começa a se envolver com um garoto que deve ter praticamente a mesma idade de seu filho. Courteney continua afiada e a comédia é uma boa pedida!


Outra comédia é "Accidentally on Purpose". Na série, que segue o formato de sitcom tradicional (múltiplas câmeras e plateia), uma crítica de cinema quarentona (também), ao se desiludir com o namorado, acaba cedendo à cantada de um jovem rapaz e os dois começam a sair. Até que ela se descobre grávida dele e ele, que foi abandonado pelo pai, opta por ficar ao lado dela e do filho. Ele vai morar com ela, embora não haja mais um relacionamento amoroso entre eles, o que dá margem à uma série de situações cômicas em decorrência da diferença de gerações. Não é a melhor comédia do mundo, mas diverte.


Por fim, "Modern Family". A série, em formato de docudrama, abusa do humor negro ao retratar a história de três famílias diferentes: uma família "tradicional", com um casal de filhos; outra formada por dois homens e um bebê coreano; e a terceira, com um homem bem mais velho que a esposa. Simplesmente hilário! Parece que a TV americana acertou a mão com o lançamento de suas novas comédias. Vamos rir!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Séries em Série Viu: "Californication", 3ª temporada


O blog Séries em Série teve acesso ao primeiro episódio da terceira temporada de "Californication". Hank Moody está mais ácido do que nunca. Se não curte SPOILERS, pare de ler por aqui.

Na nova fase, Hank sofre com a ausência de Karen. Além disso, Becca está crescendo e dando mais trabalho. Agora, ao lado de uma nova amiga, a menina acaba de experimentar um baseado. Mau exemplo do pai? A nova amiga de Becca rende as novas situações de Hank, que segue deprimido, já que seu novo livro não está fazendo muito sucesso entre os editores.

Hank conhece a mãe da nova amiga da filha, que é professora universitária e o convida para um jantar em sua casa. Ali, novas situações esdrúxulas acontecem: Hank acaba responsável por fazer um professor alcoólatra voltar a beber, gerando cenas hilárias! Porém, antes disso, Hank acaba provocando um acidente com um ciclista. E, como não poderia deixar de ser, o tal ciclista é marido da anfitriã do jantar. E é interpretado por Peter Gallagher, o Sandy Cohen de "The OC". Outra novidade no elenco é Kathleen Turner, numa personagem completamente despudorada (afinal, é "Californication"!).

O terceiro ano da série promete! Hank vai se tornar um professor universitário e já começa um novo e maluco relacionamento (lembra da mãe do Keith de "Mais que Uma Família"? É ela!). Mas, claro, Karen deve voltar em breve para balançar o coração do nosso escritor. Fãs da série, preparem-se: vem coisa boa por aí!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Séries em Série Viu: "The Vampire Diaries"


Quando a Globo lançou a novela "O Beijo do Vampiro", em 2002, lançou mão da campanha "Vampiromania". Pois se a emissora resolvesse apostar novamente nos dentuços, esse seria o momento mais propício. Há vampiros que não acabam mais!

E todos apaixonados. Como Mick StJones era vidrado na repórter, em "Moonlight", ótimo,mas de vida curta. Ou, claro, Bill Compton, do atual hit "True Blood". Agora, o vampiro apaixonado chega ao universo teen com "The Vampire Diaries", que estreou com sucesso na TV americana na semana passada.

CUIDADO COM SPOILERS! A série conta a história de uma adolescente, Elena, que sofre com a morte dos pais. Enquanto tenta se desfazer da imagem de coitadinha, ela convive no típico universo colegial americano, com festas de colégios e hierarquias formadas pelos populares e não-populares. O sofrimento da mocinha é agravado com a rebeldia do irmão.

É quando ela conhece Stefan, um sujeito misterioso, que será, ao longo do episódio, suspeito pelos ataques "vampirísticos" que acontecem na cidade. Pela cara de suspeito que ele faz todo o tempo, fica óbvio que não é ele, embora o ator Paul Wesley tenha mais cara de vilão que de mocinho. Lá pelo fim, surge o outro vampiro da trama, Damon, irmão de Stefan e o responsável pelos ataques do episódio. Ian Somerhalder não é o melhor ator do mundo, mas convenceu como vampiro do mal.

Porém, os eternos clichês teen e uma tentativa forçada de se fazer mistério todo o tempo prejudicou o episódio-piloto, deixando-o morno, morno. "The Vampire Diaries", até aqui, não me convenceu. Mas foi bem nos EUA: alcançou a maior audiência da história do canal The CW.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Séries em Série Viu: "Nurse Jackie"


O blog teve acesso aos três primeiros episódios de "Nurse Jackie", série que traz a veterana Edie Falco de volta às telinhas. E gostou do que viu.

À primeira vista, a premissa de "Nurse Jackie" já remete a "House": enfermeira que não prima pelo bom humor procura fazer um bom trabalho no hospital, enquanto lida com uma dor nas costas crônica se entupindo de drogas. O primeiro episódio faz uma bela apresentação dos personagens e faz rir com situações bizarras, como quando Jackie joga descarga abaixo a orelha de um paciente. E se encerra (SPOILER! PARE AGORA, SE QUISER!) de maneira surpreendente: a mulher que transa com o doutor em troca de anfetaminas e analgésicos chega em casa e dá de cara com suas filhas pequenas e um dedicado marido. Que contraste!

No segundo episódio, as diferenças entre "Jackie" e "House" se mostram mais evidentes. A primeira dá mais destaque à vida da protagonista e os casos médicos da semana não tem tanta importância. Além disso, trata-se de uma série do Showtime, emissora conhecida por suas séries explosivas. Dali saíram "Dexter", "Weeds" e "Californication", só para citar algumas. Já sabe o que esperar da Jackie, não é?

O humor da série é um de seus trunfos. Destaque para a coitada da estagiária, que sofre para acompanhar Jackie em seu trabalho. Para quem curte as três séries citadas acima, "Nurse Jackie" é programa obrigatório. Vamos torcer para que estreie logo por aqui.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Séries em Série Viu: "Hung", 1º e 2º episódios


Quando fiquei sabendo de "Hung", nova série da HBO ainda inédita na TV brasileira, fiquei animado! Olha só a sinopse: um homem, professor de educação física cheio de dívidas e problemas, resolve tirar vantagem do fato de ter um pênis grande. Com a ajuda de uma amiga, ele se transforma num "consultor de felicidade". Parecia que vinha coisa boa, pois a sinopse me fez pensar em uma comédia atrevida como "Californication", com pitadas de drama sexual a la "Tell Me You Love Me", duas séries que adoro! Além disso, carregava a marca da HBO, que não brinca em serviço. Decepção.

Não que "Hung" seja ruim. Não é. O mote é interessante, os roteiros trazem sacadas interessantes e há a presença de Anne Heche, embora sua personagem, Jessica, ainda não ter dito a que veio. Gosto dela desde "Seis Dias, Sete Noites" e achei interessantíssima sua participação em "Nip/Tuck". É divertido ver um sujeito comum, na meia-idade e acostumado a satisfazer sexualmente suas parceiras, ter de aprender os "truques" de um garoto de programa.

Mas dá a impressão que "Hung" fica no "quase". É quase uma boa série. Ainda dá vontade de acompanhar, embora se acompanhe com a esperança de que "vai melhorar". Porém, a comparação com "Californication" é totalmente equivocada, por uma série de motivos. Mas o principal deles é que o protagonista, Ray, não tem, nem de longe, o carisma do Hank Moody de David Duchovny.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Séries em Série Viu: "10 Things I Hate About You"


O blog finalmente assistiu ao primeiro episódio de "10 Things I Hate About You", comédia teen do ABC Family baseada no filme "10 Coisas que Eu Odeio em Você". A primeira impressão: dispensável.

Enquanto o longa foi uma das comédias românticas teen mais bacanas dos últimos tempos, a série não consegue manter o mesmo charme. Talvez por falta da dupla principal do filme, Julia Stiles e o saudoso Heath Ledger, que são bárbaros. Lindsey Shaw até faz uma Kat interessante, mas Ethan Peck, até aqui, fez um Patrick muito sem-graça.

A trama é aquela: um pai zeloso não permite que a filha mais nova, que faz de tudo para ser popular no colégio, namore antea da filha mais velha, que é feminista ao extremo. Para conseguir conquistar seus objetivos, Bianca, a filha mais nova, com a ajuda do apaixonado Cameron, vai juntar a irmã com o estranho Patrick Verona. A série, assim como o filme, é baseada em "A Megera Domada", de Shakespeare.

Na prática, é um festival de clichês. A busca desenfreada pela popularidade no colégio, sempre entre líderes de torcida e jogadores de futebol, segue a mesma coisa por aqui. Chatinha. Entre as versões de "Megera Domada", fique com a novela "O Cravo e a Rosa". Ou com o filme original.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Séries em Série Viu: "Ger@l.com", 1º episódio


Assisti na manhã de ontem a estreia da microssérie infanto-juvenil ,“Ger@l.com” nova aposta para as manhãs da Globo. Minha sensação: a TV brasileira está numa sinuca de bico. Não é fácil agradar o público pré-adolescente. E acho que não vai ser desta vez que vai dar certo.

Pré-adolescente é um público muito difícil, pois já tem a pré-disposição de rejeitar tudo logo de cara. Não gosta de programas infantis, porque "não é mais criança". Ainda não tem maturidade o suficiente para absorver atrações mais adultas. E programas voltados a sua faixa de idade tem a tendência a tratá-lo como idiota. Difícil.

A própria Globo mirou neste público com "Bambuluá". A novelinha abandonou o humor e a fantasia de "Caça-Talentos", outra novela infantil, mas essa bem-sucedida, para apostar em aventura e uma certa dose de violência. Mesmo assim, os elementos fantásticos não caíram no gosto dos jovens. E as crianças não entenderam muito bem a trama. Resultado: baixa audiência. Na Cultura, foi feita uma evolução das séries educativas "Rá-Tim-Bum". A "Ilha Rá-Tim-Bum" era voltada aos mesmos pré-adolescentes, com menos didatismo e uma trama mais obscura, também com uma certa dose de violência (totalmente dentro dos limites, bem entendido) e toques de ecologia. Mais uma vez, os pré-adolescentes rejeitaram. Afinal, tinha um vilão mascarado e bonecos de fantoche. Ou seja, é infantil. O público-alvo, provavelmente, não viu e não gostou. Não sabe o que perdeu. "Ilha Rá-Tim-Bum" tinha um ótimo roteiro e uma trilha sonora fantástica!

Sabendo da rejeição deste público com elementos fantasiosos demais, “Ger@l.com” vai na contramão. Há sonhos, mas nada fantástico. Gírias, uma banda formada por jovens, bastante elementos de interação, linguagem de videoclipe... Será que a molecada de hoje gosta é disso? Se sim, e correndo o risco de parecer saudosista, acho uma pena.

No entanto, sabemos que essa molecada está mais conectada do que nunca. Portanto, a interação internet/TV seria o grande acerto. Seria, mas não é. Essa interação ocorre de maneira tímida, sem explorar de fato todas as ferramentas da web 2.0. Isso porque a Globo (e as emissoras brasileiras no geral) ainda temem a perda de público para a rede. Pois é isso mesmo que colabora com o fato, já que, para o público jovem, a internet vem oferecendo mais atrações que a TV. Enquanto esse medo das emissoras não acabar, a fuga continuará acontecendo. E depois querem emplacar a TV digital... Assim fica difícil...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Séries em Série Viu: "Descolados", 1º episódio


É tão bom ver uma série nacional de qualidade. E uma série que busca uma nova linguagem, ao invés de copiar um formato gringo ou ser uma versão semanal de uma novela. Por isso, gosto de experimentações, como as vistas em "Alice", da HBO, e "9MM: São Paulo", da Fox (que não é propriamente uma experimentação, mas já é algo diferenciado). Por isso, acompanhei com muito entusiasmo a estreia de "Descolados", da MTV.

Não me decepcionei. É um ótimo programa! Desde as atuações extremamente naturais dos protagonistas, a maneira como a fotografia da cidade de São Paulo aparece, até a temática com os pés na realidade. A faixa dos "20 e poucos anos" (lembrando de um outro programa da MTV Brasil) é rica em histórias, já que o jovem adulto ainda não sabe direito como lidar com a vida adulta que de repente se escancara na sua frente. É trabalho, responsabilidade, relacinamento, amizade... Tudo ao mesmo tempo agora! Teco, Lud e Felipe são absolutamente reais. Desde os conflitos iniciais, e passando pela maneira como se encontram e o início da amizade que se avizinha, tudo é de fácil identificação.

E uma curiosidade: Thiago Pinheiro, o Teco, participou de "Chiquititas", no SBT, quando era bem novinho. Era o Guile. Seus irmãos, Jiddu Pinheiro e Gabriel Pinheiro, também atuaram na novelinha. Jiddu está no ar em "Vende-se um Véu de Noiva".

"Descolados" vai ao ar toda terça, às 23h30, na MTV. Sugiro que não percam!

terça-feira, 30 de junho de 2009

Séries em Série Viu: "True Blood", 2ª temporada


SÉRIES EM SÉRIE VIU os dois primeiros episódios da nova temporada de "True Blood", que deve estrear no Brasil em julho. E o blog faz um breve comentário sobre a nova saga que se inicia. Lembrando, claro, que falaremos sobre uma leva ainda inédita na televisão brasileira, ou seja, vem SPOILERS por aí. Se você não curte, termine a leitura AGORA!

SPOILERS! SPOILERS! SPOILERS! SPOILERS!

Gostei de ver que Lafayette está vivo. Foi surpreendente saber que o corpo encontrado no carro de Andie era da falsa exorcista que curou a mãe de Tara do alcoolismo. Daí já emendo a emoção da senhora ao saber quem era a morta. Bela cena!

Falando em Tara, posso estar enganado, mas parece que ela é o principal foco da temporada. Afinal, foi através dela que aquela assistente social saída dos "contos de fada" apareceu, a tal da Maryann. Ainda não se sabe muito sobre ela, mas seu passado com Sam Merlotte apareceu. O metamorfo, então, deve ficar sob os holofotes desde agora. Legal!

Outros pontos positivos são Jason Stackhouse e Eric. Jason é um idiota, isso a gente já sabe! Agora enveredando para o lado da religião, fica ainda mais engraçado. A série aborda vários aspectos da fé, como a fé que cura mostrada pela mãe de Tara, e a fé que conforta, e conforto é o que Jason vem buscando. Jason, aliás, tinha tudo para ser um personagem vazio. Mas "True Blood" é tão surpreendente que ele se mostra complexo. No segundo episódio, o irmão de Sookie se mostra cada vez mais envolvido com a religião, mas teme que o seu passado venha a tona. Eric, o xerife dos vampiros, também é interessante e merece mais destaque. No segundo episódio, participa de uma das cenas mais engraçadas, quando encontra Bill Compton na loja de roupas...

O casal Sookie e Bill parece viver num momento "discutindo a relação". Passaram boa parte dos dois primeiros episódios falando. Ora trocando juras de amor, ora brigando. Sookie não gostou de saber que Bill foi o responsável pela morte de um tio dela, aquele que a abusou anos atrás. Um problema que parecia enorme, a presença de Jessica, que foi transformada em vampiro por Bill, não se mostrou tão enorme assim. Sookie e ela até ensaiaram uma amizade. Porém, no segundo episódio, a moçoila levou a vampirinha até a casa da garota e o chega-prá-lá que ela deu no pai foi de arrepiar. E Bill invadiu a casa todo cheio de marra, culpando Sookie pelo ocorrido. Cheio de querer, não?

A segunda temporada de "True Blood" parece tão interessante e instigante quanto a primeira. E logo chega por aqui. Ainda bem!